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	<title>Maria Helena, Autor em Emak</title>
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	<description>Ensino Infantil e Fundamental</description>
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	<title>Maria Helena, Autor em Emak</title>
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	<item>
		<title>O olhar da mãe conduz a aprendizagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2023 19:38:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maria Helena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nossa diretora, Maria Helena, comenta sobre como o "conhecer e aprender" é guiado pelo afeto e pelo olhar da mãe conduz a aprendizagem</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Não aprendemos de qualquer um, aprendemos de quem confiamos.</p>



<p>O homem é o único animal que não herda padrões instintivos que possa garantir a sobrevivência. A sua herança genética maior é a capacidade de aprendizagem .</p>



<p>Somos da única espécie animal que se molda ao grupo com o qual convive, seja ele primitivo ou desenvolvido tecnológicamente.</p>



<p>Um LOBO sempre será um LOBO, mesmo que nunca conviva com outros da mesma espécie, e mesmo que seja criado por homens. Um homem poderá ser um “lobo”, se criado entre eles, o caso do “menino lobo” é verdadeiro.</p>



<p>É a aprendizagem da cultura que nos garante a preservação da espécie mas é a nossa capacidade de modificá-la, a partir da nossa individualidade , que é a mola das transformações sociais.</p>



<p>Segundo Alicia Fernandez, é a nossa individualidade, um organismo ( potencial genético) que em interação com o meio constrói imagens, sensações, a inteligência e as emoções, tornando-nos únicos, assim como a nossa interpretação do mundo . </p>



<p>Quando percebemos a mesma realidade subjetiva de alguém sentimos que tivemos um verdadeiro encontro.</p>



<p>Mas o primeiro encontro se dá com o olhar da mãe. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p> “Tudo começa na triangulação do primeiro olhar. No primeiro momento, a mãe busca os olhos da criança e a criança busca seus olhos; aqui há o encontro necessário para que haja aprendizagem, mas logo a mãe olha para outro lado. Seus olhares encontram-se em um objeto comum”</p>
<cite>Sara Paim</cite></blockquote>



<p> E é esse objeto comum que desperta a nossa curiosidade.<br />Durante muito tempo a mãe, ou as pessoas que exercem a maternagem, serão responsáveis por dirigir este olhar, e a criança começará a gostar das coisas que essas pessoas gostam. O afeto é a mola do intelecto. Nossa inteligência não é só razão. O objeto que escolhemos para “aprender e conhecer” é guiado pelo afeto, por aquilo que valorizamos porque aprendemos a valorizar.</p>



<p>É por isto que se diz que aprendemos muito mais pelo exemplo do que pelas palavras. E também é por isto que se diz “filho de peixe, peixinho é &#8230;.”.</p>



<p>Essa força é muito poderosa e é assim que entendemos famílias inteiras que se dedicam ao mesmo ramo de atividades. É por isso que será muito difícil para pais que não gostam de ler, transformar seus filhos em grandes leitores ou pais que não valorizam atividades físicas, terem filhos atletas.</p>



<p>Mas como o ser humano é capaz de modificar-se, assim também nossos filhos não estão presos a um destino determinista por conta das nossas limitações. Apesar delas e não eximindo a nossa parte de responsabilidade, eles com certeza nos superarão.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="394" src="https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post-1024x394.png" alt="Maria Helena" class="wp-image-7068" srcset="https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post-1024x394.png 1024w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post-300x115.png 300w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post-768x295.png 768w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post-1536x590.png 1536w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post.png 1639w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>10 Regras para Educar com Limites</title>
		<link>https://emak.com.br/10-regras-para-educar-com-limites/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 20:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maria Helena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nossa diretora, Maria Helena, fala sobre regras para educar com limites </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Que os nossos filhos precisam ser educados com limites é voz comum, mas o que exatamente significa isso?<br />Antes de mais nada, vamos definir o que se entende por limite. Para este fim e neste texto vamos usar uma definição consensual:</p>



<h3 class="wp-block-heading">LIMITE é o ponto onde termina o direito de um e começa o do outro. </h3>



<p><strong>Sendo esta definição tão simples e óbvia, por que é tão difícil transformar teoria em prática?</strong></p>



<p>Isto se deve ao fato do nosso comportamento ser o resultado de algumas convicções íntimas ou crenças que, mesmo inconscientemente norteiam nossas ações como pessoas e pais.</p>



<p>Para descobrir por que é tão difícil seguir algumas regras básicas que são consenso em psicologia, temos que aprofundar nosso auto-conhecimento, buscando dentro de nós a causa da dificuldade.<br />Ainda assim, será válido repensar as regras básicas a seguir, como ponto de partida para uma reflexão pessoal:</p>



<p><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color"><strong>Regra nº 1</strong> </mark>– Que haja muito diálogo desde tenra idade, cheio de causas, conseqüências e porquês.Isso treinará nosso filho a raciocinar de forma lógica para depois entender a reciprocidade que exige o respeito aos outros;</p>



<p><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color"><strong>Regra nº 2</strong></mark> – Que só se &#8220;cobre&#8221; o que a idade permite, lembrando sempre que no início, por mais que você explique o porquê do “não”, e ele não entenda, mesmo assim, deverá OBEDECER (de preferência, por bem);.</p>



<p><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color"><strong>Regra nº 3</strong></mark> – Que não se prometa uma sanção (“castigo”) que não se possa cumprir. Ex.: “Se você repetir de ano não haverá viagem de férias”. “Se você não se comportar, nunca mais vai sair comigo”;</p>



<p><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color"><strong>Regra nº 4</strong></mark> – Que o “castigo”, se houver, tenha ligação lógica com a infração ou falta cometida:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>não se comportar no jantar com visitas acarretará seu afastamento desta refeição coletiva; </li>



<li>quebrar ou perder algo de valor de alguém exigirá uma tentativa de reparação ou conserto; </li>



<li>os mais velhos só poderão esperar a satisfação de seus direitos de lazer após cumprir com seus deveres ( que deverão ser combinados previamente entre as partes).</li>
</ul>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">Regra nº 5</mark></strong> – Que as regras familiares sejam claras e respeitadas, independente de nossos humores;</p>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">Regra nº 6</mark></strong> – Que pai e mãe não sejam &#8220;iguaizinhos&#8221; na forma de educar os filhos. O aconselhável é que sejam diferentes! Mãe é amor incondicional, a mãe ama no presente, o pai ama se a lei for cumprida, sua preocupação é o futuro do filho. As duas formas de amar são necessárias.</p>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">Regra nº7</mark></strong> &#8211; Que, alguns valores universais como honestidade, respeito, lealdade e tolerância com as diferenças sejam comuns na família, neste sentido a máxima ideal é “colocar-se no lugar do outro”;</p>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">Regra nº8</mark></strong> – Que, como exemplo, a criança presencie em seu cotidiano a concretização de bons acordos entre os familiares, para aprender como estabelecer as fronteiras pessoais e construir relacionamentos baseados no respeito e consideração recíprocos;</p>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">Regra nº 9</mark></strong> – Que os educadores acreditem que o comportamento moral e ético nasce do respeito às regras sociais e que só a democracia nos trará a justiça social. Que se interessem e respeitem os princípios éticos dos direitos humanos na sua convivência diária, para que nossos filhos façam parte de uma geração que promova a paz entre os homens.</p>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">Regra nº 10</mark></strong> – Que se aceite profundamente a verdade que: “não criamos os filhos para nós, mas para o mundo”.</p>



<p>Temos certeza das dificuldades decorrentes de seguir estes princípios, mas a experiência de muitos anos de teoria e prática nos garante que a simples busca por segui-los já contribuirá para uma sociedade melhor e, consequentemente, que nossos filhos serão mais felizes.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="394" src="https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post-1024x394.png" alt="Maria Helena" class="wp-image-7068" srcset="https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post-1024x394.png 1024w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post-300x115.png 300w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post-768x295.png 768w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post-1536x590.png 1536w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post.png 1639w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Carta aos Pais</title>
		<link>https://emak.com.br/agradecimento-aos-pais-42-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 18:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maria Helena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maria Helena, fundadora e diretora agradece aos pais pelos 42 anos da EMAK.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje, dia em que comemoramos 42 anos de existência da nossa escola, queremos agradecer aos pais, pois foram centenas de pais que ajudaram a construir a história da EMAK.</p>



<p>Em 1981, quando começamos como Cantinho do Cererê (EMAC), até hoje Emanuel Kant, EMAK, existimos porque as famílias sonham conosco uma educação ética, instigante, curiosa e pensante, tanto intelectual quanto moral e emocionalmente.</p>



<p>E assim viemos todos esses anos educando para a cidadania consciente, saudável e justa. Crianças que desenvolvam uma relação feliz e respeitosa, com o conhecimento que liberta tanto da escravidão da ignorância quanto das más escolhas que dela resultam.</p>



<p>Às famílias que estão conosco este ano, a nossa gratidão pela confiança e por seguir conosco nesta jornada espetacular de educar para a vida e para o mundo!</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="394" src="https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post-1024x394.png" alt="Maria Helena" class="wp-image-7068" srcset="https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post-1024x394.png 1024w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post-300x115.png 300w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post-768x295.png 768w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post-1536x590.png 1536w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2023/03/MH-post.png 1639w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<item>
		<title>REPENSANDO a “LIÇÃO DE CASA”</title>
		<link>https://emak.com.br/repensando-a-licao-de-casa-2/</link>
					<comments>https://emak.com.br/repensando-a-licao-de-casa-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 22:11:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maria Helena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nossa diretora, Maria Helena, fala sobre o objetivo da lição de casa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A “lição de casa” pode ser motivo de muita discórdia entre pais e professores, pais e filhos, professores e alunos e até mesmo entre pai e mãe.</p>



<p><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color has-black-color">Ajudar ou não? Exigir ou não? Como agir quando a criança não a faz?</mark></strong></p>



<p>Segundo César Coll, 20% dos alunos necessitam de algum tipo de ajuda e deve receber orientação para melhorar sua eficácia no estudar.<br />Para os 80% que administram sozinhos sua vida escolar, esse tema não terá o mesmo sentido pois a lição de casa passa sempre despercebida para os pais.<br />Mas, para os que precisam de auxílio, como ajudar?<br />Primeiro será preciso verificar se existe uma necessidade “real” ou se esta dependência só ocorre em casa, como uma necessidade de receber atenção.<br />No contato com os professores, por volta do fim do 1º bimestre, já se poderá ter maior certeza da existência dessa necessidade real de ajuda. É importante que haja transparência na vida escolar, pois a escola tem como objetivo ajudar os pais e alunos. Quando a escola aponta a falta de entrega da tarefa, essa irregularidade, se frequente, deverá ser investigada. Em alguns casos uma cobrança maior de pais e professores aliada a um horário diário para tarefas já sanará o problema.</p>



<h4 class="wp-block-heading">QUANDO O PROBLEMA É REAL</h4>



<p>Nestes casos temos que fazer uma reflexão sobre os objetivos e tipos de tarefas e conhecer formas de auxiliar os alunos. As tarefas têm como principal objetivo desenvolver a autonomia e a responsabilidade do aluno, além de ser um complemento ou reforço do conteúdo desenvolvido em sala de aula.</p>



<h4 class="wp-block-heading">AS TAREFAS PODEM SER:</h4>



<p><strong>As tarefas-treino:</strong> As tarefas-treino podem ser por exemplo: fazer cálculos (cópias), memorização (decorar poesias ou tabuadas), etc. Aqui se encaixam as lições que reforçam as atividades de sala.<br /><strong>Término de atividades de sala:</strong> Essas tarefas regulamentam as diferenças de ritmo garantindo que todos façam integralmente todas as atividades. Neste caso sempre haverá extremos, ou seja, alunos sem tarefa por terem terminado dentro do horário de aula e alunos com muita tarefa por terem trabalhado pouco em sala, tendo como causa, a distração com colegas e a falta de organização do trabalho ou do material.<br /><strong>As tarefas de pesquisa</strong>: Essas poderão incluir a elaboração de um trabalho onde o aluno deverá organizar o material coletado ou simplesmente trazer jornais, revistas ou livros que colaborem com algum assunto desenvolvido na aula, nesse último caso não deverá ser obrigatória.<br />No caso de um trabalho o professor deverá dar orientações claras por escrito, definindo prazo de entrega, estrutura do trabalho e bibliografia mínima.<br />A ajuda familiar será bem vinda quando professor der essa orientação, isso porque às vezes o professor prefere saber do que o aluno é capaz para nortear as novas solicitações.<br /><strong>As tarefas de avaliação:</strong> Se enquadram nesse último caso. Assim é mais honesto e eficaz que o aluno a leve sem fazer se não conseguir executá-lo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">QUANDO A AJUDA É NECESSÁRIA</h4>



<p>Após os primeiros meses de aula, quando então as tarefas se regularizam ao ritmo da classe, os professores e pais já são capazes de perceber os alunos que necessitam de ajuda para desenvolver uma metodologia de estudo.<br />Essa é a hora ideal de tirar dúvidas com a escola, solicitando entrevistas, frequentando reuniões ou telefonando para uma rápida orientação.<br />Casos extremos necessitarão dos serviços especializados de uma psicopedagoga, que é a profissional certa para dar orientação de métodos do estudo e trabalhos.<br />Quanto aos pais, deverão garantir hora, local e material de estudo. Por não serem especialistas e a ajuda sempre estar acompanhada de uma carga afetiva muito forte, não se aconselha a ajuda pedagógica, quando as primeiras tentativas terminarem em “brigas” ou quando houver excessiva acomodação da criança e costumeiramente começar a depender dos pais para fazerem a lição juntos. O ponto limite entre a vaidade de saber ensinar o filho e o abalo da autoestima da criança frente a pais tão poderosos é muito tênue, não esqueçamos que na escola, assim como futuramente na vida, ele terá que se “virar” sozinho, sob pena de ficar para trás. E os pais serão os primeiros a cobrar atônitos do filho, um desempenho para o qual eles não o ajudaram a se preparar.<br /><em>Para os pais o segredo está no equilíbrio entre não ser omisso, desconhecendo tudo sobre a vida escolar do filho, e o extremo de sentirem-se alunos da escola, chegando mesmo a fazerem a lição pelo aluno.</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="577" src="https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post-1024x577.png" alt="Maria Helena" class="wp-image-5576" srcset="https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post-1024x577.png 1024w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post-300x169.png 300w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post-768x433.png 768w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post-1536x865.png 1536w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post.png 1640w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Meu filho, meu projeto?</title>
		<link>https://emak.com.br/meu-filho-meu-projeto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2022 20:12:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maria Helena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os filhos são um projeto dos pais? Podemos garantir a felicidade dos filhos?<br />
Maria Helena, nossa diretora, vai falar sobre as expectativas dos pais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Independentemente de ter concebido o nosso bebê, por desejo ou “acidente”, o que todos esperam que seu filho seja é feliz. Na verdade, ele representa o nosso desejo de ser feliz que não conseguimos até agora. Maravilha para quem se sente plenamente feliz!! Nada contra. Mas a verdade é que nos tempos pós pandemia (e mesmo antes) esta é uma busca incansável ou talvez, segundo teóricos no assunto, inalcançável. E então nossa esperança são nossos filhos!! Muitos pais fazem projetos para seu futuro, certos de que se trilharem os caminhos projetados eles conseguirão o que não conseguimos. </p>



<p>Eles são nossa continuidade, nossa última esperança de alcançar a felicidade. Mas será que sabemos tudo sobre estes caminhos? Sabemos o que queremos para eles? Sabemos onde, quando e como chegar? Sabemos o que a sociedade espera deles? Qual será o futuro que ele vai enfrentar? Quais são os valores que conscientes ou inconscientemente estamos formando em nossos filhos através da nossa cultura familiar? O que nós, como pais esperamos deles hoje, que lhes dará resiliência suficiente para enfrentarem desafios incertos? Sim, por que, quem sabe para que futuro estamos preparando?<br />Muitas perguntas, poucas respostas.</p>



<p>Há uma grande parte que dependerá do nosso autoconhecimento, outra do nosso conhecimento do mundo do futuro e outra do conhecimento do funcionamento da psique do nosso amado filho que é único, mesmo entre irmãos.</p>



<p>Precisamos reconhecer que eles terão suas escolhas, estamos tranquilos quanto a isso? Essa é uma pergunta que devemos responder, ela será respondida por bem ou por mal. Esse trabalho faz parte do nosso autoconhecimento. Lembremos como foi nosso processo, em cada fase, da infância à vida adulta. Que tal relembrar …. Como nossos pais reagiram as nossas escolhas. Como nos sentimos quando eles declaravam sua insatisfação. Sentíamos o apoio deles? Ou não podíamos errar. Como vemos o erro em nossa cultura familiar, como processo da tentativa de acerto ou como algo imperdoável? Desculpem tantas perguntas, mas estas respostas estão com vocês e não tem certo e errado.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jupiterx-oembed"><iframe title="Meu filho, meu projeto?" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/-RWECgRmrKg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><em>Esse post foi o tema dessa Live publicada no nosso canal no Youtube</em><br /></figcaption></figure>



<p>E qual será o futuro que eles já estão enfrentando? Não é mais o do mundo voltado para o processo industrial, linear, segmentado, unidirecional e previsível. Um mundo em que o que mais se desejava era trabalhar na mesma empresa até se aposentar. Nosso sistema escolar, criado na Hungria, por volta de 1850, que formava trabalhadores para fabricas baseado no sistema industrial, agora se adapta a lógica digital: Não linear, conectada, multidisciplinar e imprevisível. O nosso pensamento segue outras regras. Eu vejo o que tenho como recurso e crio. Adaptabilidade, jogo de cintura, flexibilidade! Estamos impossibilitados de permanecer longe do celular que se tornou extensão do nosso cérebro! Nossas carreiras serão multidisciplinares, muitas carreiras ao mesmo tempo. Empresas que competem através da colaboração multidisciplinar. Imprevisível por ser exponencialmente tecnológica, computadores dobram de potência há cada 2 anos. O cérebro humano não evolui exponencialmente!</p>



<p>“Os analfabetos do século 21 não serão aquelas pessoas que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que não souberem aprender, desaprender e reaprender” Alvin Tofler.</p>



<p>As crianças nascidas após o ano 2000 são chamadas nativas digitais, a maioria de nós é migrante digital, isto não quer dizer que só os mais jovens podem ensinar os mais velhos (aprendemos muito com eles) os mais velhos têm a narrativa das humanidades, sua narrativa da vida. A humanidade, matéria prima da educação, sucessos, fracassos, boas experiências, más experiências. Esse diálogo sincero é fundamental, histórias de longa duração. Vocês ficarão surpresos com que interesse eles ouvirão suas histórias de “humanidade”!</p>



<p>Ninguém perde a autoridade ao conversar de peito aberto com seu adolescente sobre os erros, suas consequências e perigos que passaram na infância ou adolescência. Nenhum discurso moral substitui este diálogo das histórias das nossas humanidades. Assim funciona a cabecinha deles e desta forma alcançamos o seu afeto e nossa intimidade com o filho.</p>



<p>Nossos filhos precisam de uma rede de apoio para serem resilientes, entendendo resiliência como a capacidade de enfrentar os desafios da vida. Se errar na solução do desafio ele terá nosso apoio. Não incondicional! Tem que haver limites claros. Os limites também fazem parte do apoio. Os limites mostram para eles que eles têm quem cuida deles. Conversar de igual para igual sobre nossas histórias de vida não é ser amigo deles. Em uma palestra do saudoso Içami Tiba ele deixou bem claro isso com uma frase que diz tudo: “Que legal que você é amigo do seu filho, e quem é o pai?”<br />Não precisamos ser legais. Precisamos a maior parte do tempo ser chatos.</p>



<p>Respeitar os limites do filho. “Eu quero que ele seja um engenheiro”, e ele, também quer? Ele tem liberdade de escolha?<br />A liberdade de escolha gera autoconfiança e autoestima, quando acreditamos neles passamos o recado de que ele é capaz. Nada que seja um ideal de ego que ele não possa alcançar, excesso desta confiança nele pode ser um peso enorme e aí…. haja terapia.</p>



<p>Equilíbrio, acompanhamento e bons valores. Pacto da verdade sempre, por mais que doa. Honestidade! Excelente valor e fundamental nas relações familiares. Desenvolvido através de exemplos.</p>



<p>São muitos temas para aprofundar! O que queremos como pais, que mundo todos estamos enfrentando para o qual teremos que mudar nossos paradigmas, quais as competências necessárias para esse mundo novo, como estamos preparando nossos filhos para que tenham autoestima para criar e enfrentar seus erros com resiliência.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="577" src="https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post-1024x577.png" alt="Maria Helena, diretora, educação." class="wp-image-5576" srcset="https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post-1024x577.png 1024w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post-300x169.png 300w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post-768x433.png 768w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post-1536x865.png 1536w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post.png 1640w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>O ambiente sócio-moral e sua influência no desenvolvimento infantil.</title>
		<link>https://emak.com.br/o-ambiente-socio-moral-e-sua-influencia-no-desenvolvimento-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maria Helena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maria Helena, nossa diretora, fala sobre a o ambiente sócio-moral e sua influência na educação infantil.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Podemos começar definindo o que significa o termo sócio-moral no livro das autoras Rheta De Vries e Betty Zan <em>(bibliografia abaixo)</em>. <br />Sócio diz respeito às convenções sociais, regras de boa educação que regem o comportamento dos indivíduos de uma sociedade. Moral é o respeito às idéias e desejos do outro. A criança sócio moral não é aquela que obedece cegamente os adultos, a criança moral é aquela que segue as regras conscientemente em respeito aos que convive. Quando alguém segue essas regras fica difícil saber se a intenção é evitar punições e receber elogios ou é respeito e consideração pelos indivíduos com os quais convive. Por isso o termo é inseparável.</p>



<p>A criança pequena entende as regras de acordo com o seu nível intelectual e sua experiência através da convivência, dentro da família e na escola. Dentro da família ela aprende as regras privadas do grupo familiar. Não é sempre que as regras privadas coincidem com as regras do espaço público. Por exemplo, cada família tem suas próprias regras para a hora da refeição, pode-se comer com o prato na frente da TV, dentro do quarto, individualmente, a qualquer hora que se sinta fome, na mesa com os outros, lendo o jornal, etc&#8230; Já no âmbito privado, as regras à mesa são claras e rígidas. Portanto nem sempre se aprende todas as regras sociais em casa. É na escola que a criança convive com seus iguais, hierarquicamente falando. E, para que esse grupo maior e de direitos iguais, possa conviver bem é preciso combinar regras. É nessa negociação que começa a aprendizagem sócio-moral. É na hora da conversa, do infantil até o fim do ensino fundamental, que os alunos podem ser auxiliados a cooperar e a negociar. Como eles têm dificuldade em se colocar no lugar do outro, é na conversa que cada um conta ao outro como se sente em relação às brincadeiras de “mau gosto” ou à exclusão de uma brincadeira ou às fofocas maledicentes e combinam regras sobre estes assuntos e outros como: o uso dos materiais da sala, ambiente na hora do trabalho, e muitas situações que convivem com o cotidiano de uma classe. Esses aspectos, se não resolvidos, podem influir na aprendizagem acadêmica, portanto, quando surge um conflito, longe de entregar para alguém fora da sala resolver pensando em por para longe o que pode atrapalhar a aula, deve-se encará-lo de frente. Quase sempre é necessário resolver o problema conversando sobre ele e aproveitando para permitir que os alunos exercitem a construção da moral.</p>



<p>Fazendo um parênteses, uma forma de controlar o ambiente escolar para esses momentos de construção da moral é promovendo assembleias escolares, essa é a minha experiência pessoal há dezessete anos promovendo assembleias do 2º ao 9º ano. Tema do professor Ulisses Araújo, da Unicamp, e com quem apuramos nossa prática através de suas publicações e de sua palestra em São José dos Campos em 2005.</p>



<p>Construtivistas desde 1986, sempre entendemos a moral como um objeto de conhecimento, com o qual o aluno precisa interagir de forma curricular, assim como interage com a língua escrita e a matemática. <mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color has-black-color">“A moralidade se constrói assim como o conhecimento do mundo físico”</mark> e este é um dos paralelos entre os estudos das autoras e as pesquisas do desenvolvimento moral de Piaget.</p>



<p>A sugestão das autoras é a Roda da Conversa, momento em que decidem, combinam regras e discutem dilemas morais, não com o intuito de resolvê-los, mas para exercitar a argumentação e ouvir opiniões divergentes.</p>



<p>Piaget definiu moral como “um sistema de regras internalizado, e que o indivíduo segue como um princípio necessário para a vida em sociedade”. Voltando ao livro, para chegar ao grau máximo de internalizar essas regras como um valor, será preciso passar pelos níveis que Selmam, 1980, elaborou sobre o trabalho de Piaget . Esses níveis, vão da perspectiva egocêntrica (incapaz de pensar em outro ponto de vista que não o seu próprio) ao domínio do entendimento interpessoal. O professor tem como trabalho conhecer esses níveis e intervir para que o aluno progrida para um nível superior.</p>



<p>Selmam chamou de níveis e não estágios porque ao contrário do conhecimento físico, o indivíduo sempre poderá regredir ao nível inferior dependendo da carga afetiva envolvida. Ao professor cabe ajudar os alunos tanto na explicitação do conflito, aos quais muitas vezes falta clareza, quanto a guiá-los nas decisões do grupo, explicitando aquelas que fogem ao bom senso. “Neste ambiente o professor pede, sugere, persuade, ao invés de dizer, mandar, controlar”. A medida certa entre guiar co-operando e guiar mandando é a dificuldade deste trabalho, para o qual, há de se ter um perfil que reflita um real comprometimento com a teoria.</p>



<p>A influência deste ambiente no desenvolvimento da criança conforme fundamentam as autoras, é que “quando os adultos permitem que as crianças pensem e decidam sobre as regras, ajudam no desenvolvimento de um “self”(noção de si mesmo) seguro e estável”, enquanto que o ambiente escolar coercitivo, cheio de regras autoritárias, “propicia indivíduos inseguros, sem autonomia, que podem reagir com submissão, raiva ou dissimulação, por não entenderem as crenças e os valores das regras que lhe são impostas. A coerção limita a mente, personalidade e sentimentos das crianças”.</p>



<p>O ambiente escolar deve propiciar um ambiente sócio-moral construtivista, fortemente embasado em conhecimento teórico. Só a nossa aprendizagem sobre a construção da moral, será capaz de quebrar um paradigma, construído através de anos em escolas que negavam o relacionamento entre alunos.</p>


<p><script defer="" type="text/javascript" src="https://www.topleituras.com/embed.js"></script><ins class="topleituras-embed" data-titulo="A Ética na Educação Infantil: O Ambiente Sócio-Moral na Escola" data-slug="etica-educacao-infantil-ambiente-socio-moral-escola-1169"></ins><noscript><a href="https://www.topleituras.com/livros/etica-educacao-infantil-ambiente-socio-moral-escola-1169">A Ética na Educação Infantil: O Ambiente Sócio-Moral na Escola</a></noscript></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post-1024x577.png" alt="" class="wp-image-5576" srcset="https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post-1024x577.png 1024w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post-300x169.png 300w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post-768x433.png 768w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post-1536x865.png 1536w, https://emak.com.br/wp-content/uploads/2022/10/MH-rodape-post.png 1640w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Por que escrever é tão difícil ?</title>
		<link>https://emak.com.br/por-que-escrever-e-tao-dificil-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2022 20:44:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maria Helena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escolhi este tema para justificar e me desculpar pela demora em postar textos mas a verdade é que a autocobrança me fez pensar sobre o tema que dá título a este texto. Vejam bem, se já é difícil falar o que pensamos, mesmo tendo o recurso da linguagem corporal como gestos, “caras e bocas”, imaginem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Escolhi este tema para justificar e me desculpar pela demora em postar textos mas a verdade é que a autocobrança me fez pensar sobre o tema que dá título a este texto.</p>



<p>Vejam bem, se já é difícil falar o que pensamos, mesmo tendo o recurso da linguagem corporal como gestos, “caras e bocas”, imaginem registrar todos estes recursos juntos graficamente. Explicando melhor, os gestos que fazem parte da explicitação das nossas ideias, ao escrever, transformam-se em pontuações que devem ser claramente representadas, sendo transformadas de símbolos gestuais em símbolos gráficos.<br />Além disto, ao escrever, não podemos contar com o recurso da presença do interlocutor, para dar o retorno, também gestual e regulador, do entendimento que está tendo das ideias que pretendemos comunicar.</p>



<p>Como se não bastassem estas dificuldades (que já não são pequenas), temos que discorrer sobre o assunto com coerência quanto ao conteúdo, encadeando o assunto com lógica, sem declinar da forma, ou rigor gramatical.<br />Para isso é preciso escolher o tipo de estrutura de texto, seguindo as suas regras que servirão para que o leitor entenda a mensagem.</p>



<p>Será uma carta? Um bilhete? Um e-mail? Uma dissertação? Uma notícia?<br />Na escola muitas vezes vale apenas o: é para nota? (só para refletir na falta de significado da tarefa e sua influência na produção do nosso aluno)</p>



<p>O objetivo da escrita é que define a estrutura de texto que vamos escolher.</p>



<p>Para escrever precisamos ter dois tipos de conhecimento, o conhecimento de mundo (o assunto e os temas envolvidos), e o conhecimento lexical (da língua).<br />Precisamos também saber claramente a quem se destina, quem é o leitor, seu grau de escolaridade, seu conhecimento sobre o assunto.</p>



<p>Será um texto para leigos ou acadêmicos?</p>



<p>Quando o assunto é específico de uma área de estudo, possui uma linguagem técnica. com palavras que resumem conceitos para facilitar a comunicação. Se este mesmo texto é para o público em geral, esses conceitos têm que ser definidos no texto para atingir o mesmo objetivo.</p>



<p>Some-se a tudo isto o fato de que temos que organizar o assunto durante a escrita, ou seja, a necessidade de exposição organiza o nosso pensamento que não se encontra pronto de forma clara e didática antes de organizado na forma gráfica.</p>



<p>Ao fazermos isso, a primeira organização pode nos parecer clara, no entanto, basta nos afastarmos do texto por um período curto, um ou dois dias, que já perceberemos trechos obscuros, e isto para nós, os autores do texto, imaginem para quem vai lê-lo!</p>



<p>Quando escrevo, ao ler dias depois o que escrevi, corrijo sempre e em muitos aspectos. Diria até que para mim um texto nunca esta terminado, como uma pedra bruta que nunca esta lapidada.</p>



<p>É por isso que alguns deles eu reescrevo, sempre na esperança de me fazer entender melhor. Também é por isso que alguns se tornam eternos rascunhos, mas é um prazer sentir que uma ideia esta pronta para iniciar este difícil diálogo com você, leitor desconhecido e para quem nos esmeramos tanto para alcançar um encontro com a subjetividade.</p>



<p>Como disse Madalena Freire:&#8221;Escrever dá muito trabalho porque organiza e articula o pensamento na busca de conhecer o outro, a sí, o mundo. Envolve, exige exercício disciplinado de persistência, resistência, insistência, na busca do texto verdadeiro, aquele que&#8221;o homem escreve com o seu próprio sangue&#8221;&#8221;</p>



<p></p>



<p><strong>Maria Helena Bitelli Baeza Sezaretto</strong><br />Psicóloga / Pedagoga<br />Psicopedagoga<br />Especialista em Gestão de Qualidade<br />Pós graduanda em A Moderna Educação (2022)</p>
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		<title>A filosofia Construtivista no cotidiano escolar e os novos tempos</title>
		<link>https://emak.com.br/a-filosofia-construtivista-no-cotidiano-escolar-e-os-novos-tempos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2022 19:59:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maria Helena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maria Helena, Diretora Pedagógica e Sócia-Fundadora da EMAK, fala sobre o Construtivismo o cotidiano escolar e os novos tempos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando nos referimos ao cotidiano escolar, estamos falando das práticas aparentemente simples na escola, como tarefas para casa, atividades de ensino na aula, o respeito às regras da escola, propostas de trabalho em grupo, correção das tarefas, elaboração de avaliações, observação da responsabilidade e engajamento do aluno e o desenvolvimento da autonomia e auto-estima.</p>



<p>Esses verdadeiros “dogmas” da escola ainda são tratados como aprendemos e como nossos avós aprenderam, mas se pensarmos que estamos educando para as competências do século XXI, devemos nos perguntar: Estamos refletindo sobre nossas práticas?</p>



<p>A filosofia construtivista nos trás os conceitos de desenvolvimento de autonomia moral e intelectual do aluno protagonista e do professor mentor ou mediador do conhecimento.</p>



<p>O professor no século XXI precisa ser autônomo e responsável para individual e coletivamente refletir e <strong>ressignificar as práticas escolares do cotidiano</strong> e que são práticas rigidas, pertencentes ao século XIX, velhos paradigmas herdados do passado por gerações. Mas precisamos não esquecer que esses antigos paradigmas orientam a ideia<br />que a sociedade tem destas práticas escolares.</p>



<p>O processo de mudança precisa envolver a família e ser um objetivo consciente dela.</p>



<p>Qualquer mudança gera insegurança e desconfiança e esses sentimentos da família diminuem a eficácia do trabalho escolar, portanto as decisões pedagógicas precisam ser claramente fundamentadas e divulgadas para os pais.</p>



<p>Não com a antiga visão autoritária da antiga escola – própria de uma ideologia da época – mas da <strong>escola de um novo tempo</strong>, com uma ideologia que visa ajudar a desenvolver o cidadão que se preocupa com a sociedade e com o planeta.</p>



<p>E é essa ideologia, na família e na escola, norteando ações conjuntas nos cuidados com a tarefa, o material escolar, o uniforme, o estudar, a análise dos relatórios de ocorrências disciplinares, o tratamento do lixo, o respeito às diferenças, a relação com o conhecimento, que garantirão a eficácia do trabalho pedagógico e uma educação realmente “PARA A<br />VIDA E PARA O MUNDO” A reflexão sobre a velha escola do mundo “industrial” linear, segmentado unidirecional<br />previsível deve refletir os novos tempos: <strong>não linear, conectado, multidisciplinar e imprevisível.</strong></p>



<p>O mundo digital no mundo e na escola, a pandemia do Corona vírus, nos trouxe um alerta: precisamos rever nossas práticas se quisermos educar para os novos tempos, tempos do mundo BINA,conforme tradução, <strong>frágil, inconstante, não linear e ansioso.</strong></p>



<p>É por isso que nos propusemos a discorrer sobre esse tema, refletir as ações educativas da escola, coerentes com os objetivos do novo século que, segundo Perrenoud, devemos ter “uma visão da escola que visa a democratizar o acesso aos saberes, a desenvolver a autonomia dos sujeitos, seu senso crítico, suas competências de atores sociais, sua capacidade de construir e defender um determinado ponto de vista” (As competências para ensinar no século XXI. 2003).</p>



<p>“A transformação digital não é uma decisão estratégica, é um fenómeno cultural” segundoTiago Matto, estudioso do tema.</p>



<p>Ela nos traz a necessidade de um pensamento autônomo empreendedor, flexível e criativo.</p>



<p>Capacidades necessárias para o futuro segundo<a href="https://www.weforum.org/reports/lhefuture-of-jobs-report-2020" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://www.weforum.org/reports/lhefuture-of-jobs-report-2020 </a>que cita as 10 habilidades no trabalho para 2025, sendo as 3 primeiras:</p>



<p>1- Pensamento analítico e inovação;<br />2- Aprendizagem ativa e estratégias de aprendizagem;<br />3- Solução de problemas.</p>



<p>Como educadores nos cabe desenvolver estas habilidades em nós mesmos, uma vez que somos fruto do século XIX, e paralelemente proporcionar condições para o desenvolvimento destas mesmas habilidades em nossos alunos.</p>



<p> <strong>Maria Helena Bitelli Baeza Sezaretto</strong><br />Psicóloga / Pedagoga<br />Psicopedagoga<br />Especialista em Gestão de Qualidade<br />Pós graduanda em A Moderna Educação (2021/22)  </p>
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		<item>
		<title>Adolescência: período difícil para pais, filhos e escola</title>
		<link>https://emak.com.br/adolescencia-periodo-dificil-para-pais-filhos-e-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 16:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maria Helena]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://emak.com.br/?p=4280</guid>

					<description><![CDATA[<p>Maria Helena, Diretora Pedagógica e Sócia-Fundadora da EMAK, fala sobre adolescência.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Até há pouco tempo, o estudo da adolescência centrava-se somente sobre o adolescente e suas pressões internas psicológicas, cognitivas e hormonais. Mas, segundo Arminda Aberastury, psicanalista argentina que escreveu várias obras sobre o assunto, esse enfoque será sempre incompleto se não se levar em conta a outra face do problema :&nbsp;<strong>a ambivalência e a resistência dos pais e da sociedade em aceitar o processo de crescimento .</strong></p>



<p>Assim sobre pressões externas e internas, sofre um adolescente que mostra-se subitamente provocador e onipotente, como forma de negar a sua dor . Às vezes flutua entre querer ser adulto de imediato ou não querer crescer nunca. </p>



<p>Essas flutuações, para os pais, às vezes são conflitivas, o que os fazem empurrar ou deter, reprimindo com brutalidade, os progressos. Isso se dramatiza na vida diária do adolescente, que, por um lado, deve submeter-se a uma disciplina, escolar ou doméstica, e, por outro, necessita de liberdade para participar ativamente na vida dos adultos.</p>



<p>Muitas vezes sua hostilidade aos pais e ao mundo em geral é gerada na idéia de não ser compreendido e no seu desprezo da realidade. É um lento desenvolvimento onde se alterna a confirmação e a negação de seus princípios e onde se debate entre sua necessidade de independência e sua carência afetiva de dependência. Sofre crises de extrema fragilidade às criticas, exige e necessita vigilância como forma de dependência, interpretando a falta de limites imposta pelos pais como abandono. Ao mesmo tempo seu humor passa sem transição do desprezo do contato com os pais à necessidade de apoio e dependência.</p>



<p>Para os pais, o crescimento do filho traz a difícil realidade do envelhecimento e da morte, devendo abandonar a imagem de si mesmo que o filho criou e na qual se instalou. Já não servirá como líder ou ídolo e deverá aceitar uma relação cheia de ambivalências e de críticas. Os progressos do filho obrigam a avaliar seus progressos e fracassos. Este balanço tem por testemunha, questionadora e implacável, o próprio filho.</p>



<p>Quando as modificações corporais definem o papel procriador do jovem, inicia-se o verdadeiro drama edípico. Essas modificações corporais, são aceitas com muito transtorno e, às vezes, é uma elaboração que se faz ao longo da vida. Todo esse processo leva o adolescente a adquirir uma identidade adulta que se traduz como uma ideologia com a qual enfrenta o mundo circundante.</p>



<p>O início da adolescência, entre 10 ou 12 anos, muitas vezes é marcado por diferenças de comportamento que, para os pais, são muito assustadoras. Na escola, o aluno que até então apresentou um comportamento e um rendimento impecáveis, começa a apresentar uma queda no rendimento e algumas transgressões às regras até então literalmente impensadas. Isto se deve não só ao seu processo de desenvolvimento afetivo, que tentamos descrever até agora, mas ao seu desenvolvimento intelectual que, segundo Piaget, passa a possibilitar ver o mundo com outra estrutura de pensamento muito mais potente.</p>



<p>O pequeno mundo infantil torna-se um mundo de possibilidades infinitas para alguém que, em virtude dessa nova potência de raciocínio, encontra-se em pleno estágio de onipotência. É nessa fase do: “isso nunca vai acontecer comigo”, que ele corre mais riscos com a liberdade excessiva. A busca desesperada de identidade o faz necessitar de um grupo de “iguais”. Seu referencial de si mesmo passa a ser o do grupo. Vestir-se igual ao grupo, falar as gírias em moda no grupo, seguir o grupo.</p>



<p>Um mundo interno conturbado distrai esse jovem do exclusivo papel de aluno exercido até então na escola. Os mestres até então adorados passam a ser questionados nas suas falhas humanas, agora vistas com crueza.<br />As ocorrências disciplinares, antes quase inexistentes, aparecem com mais freqüência, algumas vezes por simples oposição, outras por impossibilidade diante do reflexo de sua desorganização interna.</p>



<p>Os pais chegam a pensar em Escola Militar como saída diante da própria impotência como educadores e como uma forma de negar esse período do crescimento do filho. Mas essa possível eficácia é enganosa pois, segundo Aberastury a violência dos estudantes não é mais que a resposta à violência da ordem familiar e social.</p>



<p>Vigiar sim, negar impossível. A técnica educativa necessária nessa fase é o diálogo que respeita o ser humano inteligente e pensante, que às vezes se atrapalha nos questionamentos agressivos, provocações nas quais o adulto não deve misturar suas dificuldades pessoais.</p>



<p>O dialogo dos pais com o jovem não deve iniciar-se nesse período, idealmente deve ser algo que venha acontecendo desde o nascimento. Se não é assim o adolescente terá muita dificuldade em se aproximar do adulto.</p>



<p>Quando o clima de diálogo familiar existe, é menos provável que se submeta a falsos líderes ou guias autoritários, numa substituição aos pais aos quais está querendo separar-se.</p>



<p><strong>Maria Helena Bitelli Baeza Sezaretto</strong><br />Psicóloga / Pedagoga<br />Psicopedagoga<br />Especialista em Gestão de Qualidade<br />Pós graduanda em A Moderna Educação (2021/22) </p>



<p><em>Texto publicado no antigo Blog da Maria Helena: P<a href="http://mariahelenabaeza.blogspot.com/" data-type="URL" data-id="http://mariahelenabaeza.blogspot.com/">rocessos Educativos na Escola e na Família</a> </em></p>
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		<title>A Indisciplina na Escola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 20:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maria Helena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maria Helena, Diretora Pedagógica e Sócia-Fundadora da EMAK, fala sobre a indisciplina na Escola.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A conduta agressiva, aquela que tem por fim causar dano pelo dano, como por exemplo o vandalismo e, o aluno indisciplinado que insistentemente transgride regras, compõem um grupo de alunos na escola que chamaremos de&nbsp;<strong>desadaptados sociais</strong>.</p>



<p>Esse grupo é numericamente superior ao grupo de necessidades especiais físicas ou mentais mas, mesmo necessitando tanto ou mais que eles de integração, são ignorados. Essa diferença histórica parte dos especialistas e da própria escola, que reage a eles tentando controlar, isolar ou expulsar.</p>



<p>Os&nbsp;<strong>inadaptados sociais</strong>&nbsp;não possuem aceitação das equipes de multiprofissionais como dispõem os deficientes físicos ou mentais e há uma dramática escassez de especialistas em psicologia e pedagogia social.<br />Assim sendo, diante da complexidade das causas e da falta de conhecimento do assunto o professor faz o melhor que pode ou desiste e exclui na tentativa de preservar a escola.</p>



<p>De qualquer forma existe uma relação entre o comportamento do professor e outros responsáveis por essa criança que pode&nbsp;<strong>potencializar essa violência.</strong></p>



<p>Essas posturas seriam: <strong>a excessivamente permissiva e a excessivamente autoritária.</strong></p>



<p><br /><strong>Qual seria a conduta ideal para minimizar esse problema?</strong></p>



<p>No livro Necessidade Educativas Especiais, organizado por César Coll, assessor dos PCNs, cita-se uma experiência concreta que esta sendo realizada em Madrid desde 1981. nesta escola o aluno é levado à construção da moral – entendida como a internalização consciente da necessidade de um sistema de regras através da cooperação.<br />A EMAK, escola que eu dirijo há vinte e oito anos, também trabalha assim desde 1989, baseada na teoria construtivista da Moral – desenvolvida por Piaget.</p>



<p>Na prática&nbsp;<strong>trata-se de considerar a moral como um objeto de conhecimento</strong>&nbsp;como outro qualquer e portanto de construção paulatina e com estágios de desenvolvimento claramente observáveis através da conduta, e cujo objetivo final será o desenvolvimento da autonomia.</p>



<p>Para isso o aluno tem voz ativa para&nbsp;<strong>discutir e propor regras</strong>&nbsp;para o bom andamento dos trabalhos escolares. Quando falamos em discutir regras com os alunos não se trata de falsa democracia, mas sim de negociar as que regem o grupo e não as que são competência de decisões pedagogias exclusivas do professor.</p>



<p>Esse sistema cooperativo compromete o aluno com o grupo e não só com as autoridades da escola sendo um importante controlador e até corretor de condutas marginais.<br />Essa prática requer um comprometimento de uma equipe estável e a supervisão de um especialista.<br />Porém, será necessária uma forte convicção dos professores para manter o sistema e mesmo assim a escola, por melhor que atue, tem&nbsp;<strong>limitações</strong>&nbsp;diante de fatores como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Ruptura do aluno com a família;</li><li>A droga e ao álcool, com os quais a escola está incapacitada de lidar a não ser de forma preventiva;</li><li>A família marginal que ensina condutas anti-sociais como o roubo ou tráfico;</li><li>Recaídas após o ensino fundamental e o ingresso em outros sistemas no ensino médio.<br /></li></ul>



<p>Minha proposta é esta, abrir um espaço de tempo, que sempre será precioso e nunca &#8220;perda de tempo&#8221;, dentro do horário escolar para que os alunos possam&nbsp;<strong>discutir os comportamentos transgressores dos colegas, julgar e decidir regras.</strong></p>



<p><strong>Maria Helena Bitelli Baeza Sezaretto</strong><br />Psicóloga / Pedagoga<br />Psicopedagoga<br />Especialista em Gestão de Qualidade<br />Pós graduanda em A Moderna Educação (2021/22) </p>



<p><em>Texto publicado no antigo Blog da Maria Helena: P<a href="http://mariahelenabaeza.blogspot.com/" data-type="URL" data-id="http://mariahelenabaeza.blogspot.com/">rocessos Educativos na Escola e na Família</a> </em></p>
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